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Colégio de Maria Santíssima Imaculada

  • 1858 a 1910 - Campolide, Lisboa

 

Campolide
Campolide

Talvez nenhum outro Colégio, como o Instituto Nun'Alvres (INA), tivesse sido mais sacudido pelos ventos da História, à mercê de variadas convulsões socio-políticas que agitaram fortemente a Europa nas primeiras décadas do século vinte.

 

Para explicar a insólita fundação de um colégio português em terras estrangeiras, importa recordar que as raízes do Instituto Nun'Alvres hão-de procurar-se no antigo Colégio de Campolide, de tão gloriosas tradições, forçado violentamente a encerrar o seu devotado labor docente, ao ser implantada a República, em 1910, no nosso país. O advento do novo regime republicano bem depressa revelaria acentuado anti-clericalismo, que haveria de incentivar tantas das suas iniciativas demagógicas.

Uma vez decretada a expulsão dos jesuítas do território português, um golpe fatal cairia sobre todas as instituições educativas da Companhia de Jesus. O Colégio de Campolide teve de fechar as suas portas e, assim, forçado pelo vendaval revolucionário, um bom grupo de jesuítas foi acolher-se à hospitalidade da Bélgica.

 

Instituto Nun’Alvres

  • 1912 a 1914 – Jette-Saint-Pierre, Bélgica

 

Jette, Saint-Pierre
Jette, Saint-Pierre

Ressurge finalmente das cinzas o velho Colégio de Campolide, agora situado num antigo palácio em Dielighem, Jette-Saint-Pierre, nos arredores de Bruxelas. Ali se reuniram cerca de 50 alunos portugueses e, a 7 de Novembro de 1912, realizava-se a abertura das aulas, após porfiadas diligências para encontrar edifício apropriado à instalação do colégio na Bélgica

 

Ao pequenino herdeiro das glórias e tradições de Campolide, lê-se numa crónica daquele tempo, deu-se-lhe o nome de Instituto Nun’ Alvres, pondo o colégio sob o patrocínio do herói nacional.

Começava assim, alicerçada numa grande esperança, a história que havia de ser atribulada, do Instituto Nun' Alvres. Não seria demorada a sua permanência na hospitaleira Bélgica. As ameaças do enorme conflito que se denominaria "Primeira Grande Guerra Mundial", tornaram-se trágica realidade em 1914, forçando o colégio a buscar novos horizontes de paz, que tornassem possível a tarefa educativa dos alunos vindos de Portugal.

 

  • 1914 a 1916 - Los Placeres, Espanha

 

Los Placeres
Los Placeres

A solução mais viável, e também a mais apetecida para quem continuava sempre marcado pela saudade da pátria, era aproximar-se quanto possível de Portugal. Por isso o Instituto Nun'Alvres peregrinou rumo a Espanha, em direcção a terras de Galiza. Los Placeres foi o local escolhido. Ficava situado na Província de Pontevedra.

 

Uma vez aplanadas todas as dificuldades, o edifício do Grande Hotel de Los Placeres, após indispensáveis adaptações, pôde acolher todos os alunos do INA. A 3 de Novembro de 1914, já iniciavam o ano lectivo, precisamente quando a fúria destruidora da guerra começava a flagelar tragicamente algumas das nações do velho continente europeu.

 

  • 1916 a 1932 - La Guardia, Espanha

Seria bem precária a duração do colégio naquelas paragens. Recordemos o que então se passou, segundo o relato de quem teve próxima a informação, decorridos apenas dois anos. "Em Setembro de 1916, deixava o Instituto Nun'Alvres Los Placeres, onde a sua existência decorreu tranquila à sombra da neutralidade que Espanha guardava privilegiadamente na Grande Guerra, mesmo paredes meias com Portugal. Os Padres jesuítas espanhóis que tinham fundado o "Colégio del Apóstol Santiago", frente a Caminha, na pequena povoação del Pasaje, alugavam em boas condições o imóvel, e deixavam o local, para fundarem outro colégio mais central em Vigo. O edifício era vastíssimo, e situado nas faldas do Monte de Santa Tecla".

 

Beato Nuno Álvares Pereira
Beato Nuno Álvares Pereira

Após 4 anos, desde a fundação em Jette, o Instituto Nun'Alvres aproxima-se ainda mais do território português. Instala-se frente a Caminha, nas imediações de La Guardia, nome que lhe ficaria tão ligado e o tornaria bem conhecido em Portugal durante quase duas décadas, como Colégio de La Guardia.

 

No dia 11 de Outubro, deu-se início ao novo ano escolar, com uma frequência de 50 alunos. "De 1916 em diante, passaram-se dias tranquilos, sempre numa atmosfera de carinho e veneração prestada pelos moradores de La Guardia; e ali decorreram os meses e os anos numa posição única para a educação de juventude portuguesa, longe do fragor longínquo da guerra que retalhava as nações europeias. Dezasseis anos de intenso cultivo das ciências e letras, refazendo pacientemente bibliotecas, laboratórios e museus, para garantir infra-estruturas pedagógicas, que não temiam medir-se com o que de melhor havia então em estabelecimentos similares de ensino em Portugal".

A circunstância de o Colégio se encontrar em terras espanholas, embora só separado de Portugal pelo rio Minho, não impediu que o número de alunos crescesse constantemente: em 1921 já eram cerca de 160, e no ano lectivo de 1927 a população escolar chegava ao máximo de capacidade do internato, com uma frequência de 264 alunos.

Foram-se realizando, ano após ano, as tradicionais festas da Imaculada Conceição e outras do calendário litúrgico, saraus teatrais e tudo o mais que pudesse contribuir, mesmo através da rotina das aulas, para a formação cristã, humanística e científica dos alunos vindos de Portugal para frequentar, como internos, o colégio orientado pelos jesuítas portugueses. Sobretudo nas férias de Carnaval, a velha tradição da representação de peças teatrais, dramas e comédias de nomeada, ia-se mantendo.

Nos anos escolares de 1930-1931 e 1931-1932 já transparecia a inquietação provocada pela evolução dos acontecimentos políticos que agitavam  Espanha, a partir da implantação da República em Abril de 1931. O facto de o governo espanhol dificultar muito a passagem da fronteira entre os países vizinhos, veio fundamentar a intranquilidade que cada vez mais agitava a vida colegial. Por isso se gorou o projecto de reunir os Antigos Alunos em Abril desse ano.

 

La Guardia
La Guardia

Em Outubro de 1931, os alunos de Instrução Primária não voltaram para La Guardia. Pareceu mais prudente que permanecessem na Casa da Rocha, em Caminha, entretanto alugada, na previsão, aliás bem fundada, de um súbito êxodo que viesse a ser imposto, não somente a eles, como possivelmente aos demais alunos.

 

Efectivamente, ao chegar o ano de 1932, graves preocupações vieram adensar-se sobre os jesuítas espanhóis e também sobre os portugueses residentes em Espanha, com repercussão na normalidade da vida académica do Colégio de La Guardia. O Decreto de 23 de Janeiro de 1932, pelo qual o Governo do regime republicano atingia a Companhia de Jesus, obrigando à dispersão dos jesuítas que vivessem em comunidades, incidia também sobre os portugueses. E na realidade, a pressão das autoridades espanholas obrigou à dissolução das actividades académicas. Os professores e, consequentemente, os alunos eram constrangidos a partir precipitadamente para Portugal no dia 6 de Fevereiro.

Mais uma vez se levantava um espinhoso problema ao velho Colégio itinerante, após tantas andanças por terra estrangeira, mas agora, finalmente, a caminho do seu próprio país: como encontrar um edifício suficientemente grande e disponível para a instalação de um Internato com mais de 250 alunos? Tudo se tornaria mais difícil se não fossem as diligências já efectuadas, por se temer a imperiosa saída de La Guardia.

 

  • 1932 até hoje – Caldas da Saúde, Santo Tirso

 

 Caldas da Saúde
Caldas da Saúde

A escolha do Hotel Termal das Caldas da Saúde, naquela altura, impunha-se, ao menos como solução imediata, mas ainda com carácter provisório. É que a hipótese de o Colégio poder mudar para a cidade de Coimbra, à qual os jesuítas estiveram ligados por longa tradição, não deixava de constituir um forte atractivo. Contudo esse intento não se tornou viável.

 

A influência amiga de algumas personalidades dos Concelhos de Santo Tirso e de Vila Nova de Famalicão, deve ter contribuído para que o Instituto Nun'Alvres finalmente se fixasse nas Caldas da Saúde. Para essa decisão, poderá também ter pesado o facto de o edifício hoteleiro estar situado na zona confinante de dois importantes Concelhos minhotos.

Na tarde de 6 de Fevereiro, dia em que oficialmente se abandonou La Guardia, já o Colégio começava a instalar-se na casa que funcionara até então como Hotel. Certa condescendência dos poderes políticos espanhóis mais proximamente ligados à zona onde se situava o Colégio na Galiza, facilitou um pouco a passagem, através da fronteira do Rio Minho, do material didáctico e de variadíssimos outros haveres que ainda foi possível salvar, com a dedicadíssima colaboração dos próprios alunos.

Passadas as peripécias do êxodo precipitado dos cerca de 300 alunos, chega a primeira caravana, em frente do Hotel Termal das Caldas da Saúde, a 6 de Fevereiro de 1932. Adaptado o Hotel e acrescentado, em 1934, com um grande pavilhão, - hoje, o edifício “P. Raúl Sarreira SJ” -, o INA, gozando de maior estabilidade, foi-se consolidando e crescendo: uma enfermaria, um balneário, laboratórios, um teatro...

Esta nova “morada” levou a que o povo – e, “voz populi, vox Dei” – passasse a chamar-lhe “O Colégio das Caldinhas”.

1939/40: Constrói-se, sobre o edifício do velho hotel, um novo piso, todo ele ocupado com quartos individuais para os alunos da 1ª Divisão (os mais velhos do antigo 7º ano e alguns do 6º, correspondentes, hoje, aos 12º e 11º anos do Ensino Secundário).

1952/53:  A 30 de Setembro, precisamente na véspera da entrada dos alunos, o edifício do velho hotel é quase inteiramente devorado por um incêndio tão pavoroso como misterioso! Bastou, porém, uma semana para se improvisarem instalações capazes de acomodarem (mal!) todos os alunos matriculados.

Aproveitou-se, então, a necessidade da reconstrução para acrescentar mais outro piso ao edifício sinistrado. Assim, também os alunos da 2ª Divisão (do antigo 6º - os restantes – e do 5º - hoje, 9º ano) ficaram mais comodamente instalados, em quartos individuais.

1966/67: E as obras nunca mais pararam: referindo apenas as de maior vulto, surgiram, em 1966, um moderno pavilhão de aulas e uma ampla Igreja, com entrada pelo mesmo. No primeiro piso, instalaram-se, definitivamente, os laboratórios e os museus, que constituem uma peça digna de ser visitada e admirada.

1970/71: Tendo como inspiração mais imediata o Dec. IV da Congregação Geral 32 (CG 32), que compromete os Jesuítas na missão da “divulgação da Fé, pela promoção da Justiça”, - dimensões perfeitamente indissociáveis na nova era da Evangelização -, o Instituto Nun’Alvres entrou, na década de 70, com o claro e reconhecido dinamismo da transformação e da mudança, características que lhe marcaram, definitivamente, o actual rumo e o novo sentido que, ora, mais o identificam. E foi assim que, por muitas e variadas razões, mas muito particularmente pela necessidade apostólica de dar resposta iniludível ao Dec. IV da CG 32, atrás referido, acabou por converter-se no colégio da região em que se insere, abrindo as suas portas a todos os jovens das freguesias circundantes, dos Concelhos de Santo Tirso e Vila Nova de Famalicão.

Vista aérea das “Caldinhas”, em 2000
Vista aérea das “Caldinhas”, em 2000

O INA abre as portas à educação mista, a nível do “Complementar”.

 

1973/74: admitem-se meninas para o primeiro ano do, então, “Ciclo Preparatório” (actual 5º ano) e assume-se o compromisso de atender a população escolar de 12 freguesias circunvizinhas, deixando de receber, desde aí, alunos internos para os anos iniciais, conservando, embora, os anteriormente matriculados.

1975/76: por iniciativa de um grupo de amigos e colaboradores do INA, constitui-se o “MINASP” (Movimento do INA ao Serviço do Povo), que deu origem à fundação da Escola Infantil – hoje, Associação Proeminência –, com capacidade para 100 alunos.

1979/80: dá-se início ao “Centro de Cultura Musical” (CCM) de Caldas da Saúde, Escola de Música com alvará próprio, outorgado pelo Ministério da Educação para todas as disciplinas do ensino oficial da música.

1980/81: a diminuição progressiva de alunos internos (iniciada em 1973) leva o INA a pôr termo ao internato e a transformar-se, de vez, no externato da região.

1981/82: recomeça a funcionar a “Instrução Primária”, – hoje “1º Ciclo do Ensino Básico” –, fundamentalmente para dar resposta aos candidatos oriundos da Escola Infantil do INA.

1983/84: atento aos sinais dos tempos e para responder à necessidade de oferecer alternativas à via de ensino regular, o INA dá início ao curso técnico-profissional de “Contabilidade e Administração” (nível III) e celebra, em 15 de Março de 1984, um protocolo de cooperação com o IEFP (Instituto de Emprego e Formação Profissional).

1985/86: por idêntica razão, começa a funcionar o curso técnico-profissional de “Informática de Gestão” (nível III).

1987/88: ainda na mesma linha de investimento, surge o curso técnico-profissional de “Informática de Sistemas” (nível III).

1988/89: decorrente do protocolo com o IEFP, o INA passa a investir, ao abrigo da “Lei da Aprendizagem” (LA), em cursos mais marcadamente técnicos, com a criação do curso “Técnico de Informática” (nível III).

 

Vista aérea das “Caldinhas”, em fase de obras
Vista aérea das “Caldinhas”, em fase de obras

1989/90: na sequência de um contrato programa celebrado com o Ministério da Educação, é fundada a “OFICINA” (Escola Profissional do INA),

 

No mesmo ano e a partir do CCM, nasce a “ARTAVE” (Escola Profissional e Artística do Vale do Ave), patrocinada pelo INA (Província Portuguesa da Companhia de Jesus) e pela Câmara de V. N. de Famalicão.

1991/92: Inauguração do Teatro, profundamente remodelado (no interior), com o “Seminário Ibérico sobre a Reforma Educativa” (10 e 11SET/91).

1992/93: procede-se, a 6 de Novembro, à inauguração oficial do “Pavilhão Inácio de Loyola”, o novo Gimno-Desportivo do INA.

1996/97: em 12 de Março, festa colegial de S. Inácio de Loyola, foram inaugurados, oficialmente e duma assentada, por Sua Excelência o Senhor Prof. Doutor Marçal Grilo, Ministro da Educação, os seguintes edifícios inteiramente recuperados:

  • “P. Raúl Sarreira SJ”, já em pleno funcionamento desde 1995/96;

  • “P. Manuel Simões SJ”, antiga enfermaria, agora dedicada ao ensino da música;

  • "P. Manuel Faria”, edifício que dá pelo nome de “Avidos” (antiga residência dos Criados) e que serve, em partes mais ou menos iguais, o INA e a ARTAVE.

1997/98: dá-se início, no âmbito da “Aprendizagem em Alternância, ao “curso técnico de Frio e Climatização” (nível II).

 

Vista actual, do lado Nascente
Vista actual, do lado Nascente

1999/00: A actual estrutura do Colégio das Caldinhas, – Infantil, Instituto Nun’Alvres, OFICINA, CCM, ARTAVE, Ensino em alternância (LA), Termas...-,  ditou a necessidade da nomeação de um Director Geral Jesuíta, o qual é coadjuvado pelos Directores de cada um dos sectores desta obra apostólica.

 

2002/03: a 16 de Maio, foi inaugurado por Sua Excelência o Senhor Professor Doutor David Justino, Ministro da Educação, o Pavilhão Pedro Arrupe, S.J., dedicado à OFICINA – Escola Profissional do Instituto Nun’Alvres e a outras instalações ao serviço do INA.

2003/04: dando corpo à estrutura criada em 1999/00, foram instituídas as seguintes entidades com personalidade jurídica própria: Colégio das Caldinhas, entidade coordenadora de todo o complexo educativo; Instituto Educativo Padre Afonso Luisier, S.J., entidade proprietária do Instituto Nun’Alvres; Instituto de Formação Profissional Albino Sousa Cruz, entidade proprietária da OFICINA – Escola Profissional do Instituto Nun’Alvres; Instituto de Formação Artística do Vale do Ave – INFORARTIS, entidade proprietária do Centro de Cultura Musical de Caldas da Saúde – CCM. As novas pessoas colectivas iniciaram a sua actividade a partir de 6 de Outubro de 2003.

2006/07: iniciaram-se no Instituto Nun’Alvres os Cursos de Educação e Formação de Operador de Informática, Técnico de Cozinha e Electromecânico de Refrigeração e Climatização/Sistemas Industriais de Média e Baixa Potência, de nível 2.

 

  • Reitores do INA desde a sua implantação nas “Caldinhas”

Padre Raúl Sarreira (1932 a 1936)

Padre Júlio Marinho (1936 a 1940)

Padre Paulo Durão (1940 a 1944)

Padre Abel Guerra (1944 a 1947)

Padre Júlio Marinho (1947 a 1948)

Padre Joaquim Eça d'Almeida (1948 a 1956)

Padre João Abranches (1956 a 1961)

Padre José Carvalhais (1961 a 1966)

Padre Norberto Lino (1966 a 1970)

Padre Manuel Nogueira (1970 a 1972)

Padre José Carvalhais (1972 a 1977)

Padre Nuno Burguete (1977 a 1983)

Padre Manuel Paiva (1983 a 1987)

Padre José Carlos Belchior (1987 a 1993)

Padre António Amaral (1993 a 1996)

Padre João Santos (1996-1999)

 

Desde 1999, a função de Reitor foi substituída pela de Director Geral, tendo o P. José Carlos Belchior sido a primeira pessoa a desempenhar esse cargo (1999-2005), seguido pelo P. Jorge Manuel Sena (2005-2011). É actualmente Director Geral o P. José Manuel Martins Lopes.

Face às novas exigências legais, – até 1971, os Reitores eram os verdadeiros Directores do Colégio, sendo coadjuvados por um Subdirector para as tarefas académicas, pedagógicas e disciplinares –, tem vindo a ser nomeado um Director Pedagógico, a quem se responsabiliza pelo todo do colégio, no seu funcionamento global, perante a Companhia de Jesus e o Ministério da Educação.

 

Desempenharam estas funções, até à data e em igual período de tempo:

  • Como Subdirectores:

 

Padre Jorge Brito e Cunha (1932 a 1933)

Padre António Acácio (1933 a 1936)

Padre José da Cunha (1936 a 1945)

Padre Alfredo de Garcia Cabral (1945 a 1947)

Padre Evaristo de Vasconcelos (1947 a 1948)

Padre Sabino Freitas (1948 a 1954)

Padre João de Oliveira (1954 a 1961)

Padre Norberto Lino (1961 a 1966)

Padre José Reis (1966 a 1967)

Padre Nuno Burguete (1967 a 1972)

 

  • Como Directores Pedagógicos:

Padre Nuno Burguete (1973 a 1980)

Padre Amadeu Pinto (1980 a 1990)

Padre Manuel Pereira Gomes (1990 a 1995)

Padre Amadeu Pinto (1995 a 1999)

Eng. Pedro Monteiro (1999-2005)

Drª Maria do Céu Pinheiro (desde 2005)

 
 
 
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